Pré-HistóriaA génese da Albatroz Engenharia data de 2003, quando o nome foi registado para criar uma empresa na área da reconstrução tridimensional de espaços exteriores. Na sequência de um curso de Empreendedorismo de Base Tecnológica proposto pelo IN+ do Instituto Superior Técnico, criou-se um business plan, esboçou-se uma proposta de cultura de empresa e realizaram-se os primeiros contactos com eventuais clientes. Por vicissitudes múltiplas, o projecto ficou suspenso até 2005, quando o problema da reconstrução tridimensional reapareceu de forma incontornável: |
Primeiras tentativas de modelos 3D no projecto RESOLV. Imagens do Salon Delacroix ou Sala da Coroação na Assemblée Nationale, Paris, França. |
|||||||||
Em Dezembro de 2003, Gomes Mota começou a trabalhar no grupo de incestigação de desenvolvimento da LABELEC, empresa do Grupo Electricidade de Portugal que é concessionária das redes de distribuição de energia eléctica. Aí reencontrou o problema da modelação de mundos tridimensionais, aprofundando-o na análise geométrica das linhas eléctricas e ambiente circundante com a preocupação da detecção de árvores na vizinhança da linha. Dado o interesse do trabalho, convidou o seu colega, Alberto Vale, investigador no Instituto de Sistema e Robótica do Instituto Superior Técnico a juntar-se à iniciativa e os primeiros resultados foram submetidos ao CIGRÉ06. O resto faz parte da ... |
Ensaios de medição de distância com robot móvel em 2004. |
|||||||||
HistóriaA empresa foi fundada em Fevereiro de 2006. No primeiro dia de Março, Gomes Mota e Alberto Vale inauguraram o primeiro escritório em Lisboa. O primeiro desafio da Albatroz foi o desenvolvimento de uma solução competitiva para um sistema de reconstrução 3D das linhas eléctricas aéreas e suas faixas. Desde o início que era claro que a melhor abordagem seria integrar vários métodos de inspecção de linhas numa única missão, por isso foi necessário reunir diferentes talentos e recursos para levar a cabo o projecto. Na Primavera e o Verão de 2006, a equipa foi reforçada com Miguel Ramos, Décio Bento, Carlos Silva e Luís Pimentel, além da participação temporária de estagiários estrangeiros. Em Fevereiro de 2007, a empresa mudou para instalações mais amplas e com um espaço para trabalhos de prototipagem mecânica. Veja a localização do escritório entre 2007 e 2011. Em Junho de 2007, concluiu-se o desenvolvimento do projecto de reconstrução 3D de linhas eléctricas inspecção de linhas eléctricas que foi integrado na solução Power Line Maintenance Inspection [PLMI]. Desde Janeiro de 2008, que o PLMI é utilizado como ferramenta base das inspecções de linhas em Portugal. A empresa regressou à CIGRÉ participando com um artigo técnico e um stand de demonstração do PLMI na edição CIGRÉ2008. Em 2009, a empresa contratou o desenvolvimento de um sistema para Espanha. Trata-se de uma evolução da solução Power Line Maintenance Inspection, a que chamou PLMI 2.0. Esta solução distingue-se da anterior por maior precisão na localização geográfica de pontos de interesse e pela integração de ferramentas de gestão de activos e sistemas de informação geográfica na arquitectura do sistema.
|
O primeiro escritório no LISPOLIS em 2006 .
O segundo escritório na Rua da Conceição na Baixa de Lisboa desde 2007 até meados de 2011. |
|||||||||
Em 2010, Albatroz Engenharia licenciou o seu software de detecção de obstáculos para o Canadá e os Estados Unidos da América. Além disso, lançou um novo eixo de investigação na análise estocástica das inspecções, avaliação unificada do estado dos activos e gestão de activos probabilistica. Em 2011, a companhia expandiu-se para França. No Verão de 2011 voltou a mudar de escritório, quase duplicando a área de trabalho. Mais pormenores em breve (junte-nos aos seus favoritos/bookmarks). |
Partial view of Rua Maria office, inaugurated in 2011. |
|||||||||
Sobre o logotipoO logotipo evoca um albatroz (Diomedeidae) voando sobre um círculo azul escuro que representa o mar largo. Figuradamente, representa um animal vagabundo que vive numa busca incessante num oceano desconhecido, tal como as empresas de investigação e desenvolvimento (I&D) "voam" num mar desconhecido sem saber onde existe terra firme. O moto no orla vermelha "Que não se muda já como soía" é da autoria do poeta Luís de Camões (c. 1524-1580) e evoca a necessidade das empresas que se dedicam à I&D e inovação estarem sempre abertas à mudança e, mais ainda, que a própria forma de inovar - o modus operandi das empresas - também sofre metamorfoses.
|
||||||||||
|
||||||||||