Reliable engineering
takes many forms


Manutenção baseada no risco e gestão de tempo de vida das linhas aéreas

14 Março 2014by admin
por N. P. Silva¹, J. Casaca², F. Azevedo³, J. Gomes-Mota¹, L. Campos-Pinto²; Albatroz Engenharia¹, REN – Rede Elétrica Nacional², CENTRIA-FCT Universidade Nova de Lisboa³
apresentado na Conferência “Innovation for Secure and Efficient Transmission Grids“ CIGRE Belgium 2014 , 12-14 Março, Bruxelas, Bélgica.

Resumo

O Operador do Sistema de Transmissão Português [ TSO – Transmission System Operator] lançou um programa de longo prazo para desenvolvimento de uma metodologia para otimizar a exploração e manutenção das linhas aéreas [ OHL – Over-Head Lines] baseada em modelos de risco e tempo de vida restante, a partir de informações de ativos , inspeção, manutenção e dados de terceiros. A metodologia deve fornecer estimativas de risco do dia seguinte e no próximo ano para operação e manutenção, respectivamente.

Os autores propõem uma combinação informações heterogéneas num modelo probabilístico que pode ser usado para encontrar políticas de manutenção, otimizando o compromisso entre redução de custos e qualidade de serviço. Ela aproveita os dados de campo de inspeções feitas a partir de helicóptero, o registos de eventos e os dados de terceiros. Essa abordagem é particularmente adequada à análise de risco das linhas pois estas estendem-se sobre territórios heterogéneos e estão sujeitas a múltiplos factores ambientais.

O procedimento considera a interação entre a OHL e o seu contexto espacio-temporal, afastando-se do método tradicional componente a componente para uma análise sistémica. Para lidar com a heterogeneidade coberto linhas de transmissão, a resolução espacial do modelo é orientada aos dados, variando de unidades administrativas portuguesas (maior) para o espaço físico (menor), de acordo com a forma como os dados são geograficamente modulados, enquanto a unidade de tempo pode variar de segundos a anos, satisfazendo assim os diversos requisitos tempo-âmbito do trabalho definido pela REN, o TSO em Portugal.

A metodologia suficientemente genérica para ser aplicado a diferentes contingências e diferentes intervalos temporais. O artigo mostra um exemplo de manutenção baseada no risco, considerando a fiabilidade da OHL sujeita a incêndios florestais, nevoeiro, e obstáculos como a vegetação.

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