Reliable engineering
takes many forms


Lessons learned in the use of VANT for power line inspections

25 Maio 2017by admin
por J. Gomes-Mota¹, S. Antunes¹’², A. Cardeira¹, F. Morais¹; Albatroz Engenharia¹, Universidade da Beira Interior²
aceite para publicação na XVII ERIAC, 21-25 May, 2017, Ciudad del Este, Paraguai

Resumo

Esta comunicação expoõe os principais requisitos da inspeção de linhas baseada em VANT que são considerados como componente de um sistema que inclui segmentos aéreos, terrestres e suporte organizacional e surge na sequência de outras de 2007, 2011 e 2015 pela mesma equipa.
A primeira etapa é a definição de objetivos e de conceito de operação. São introduzidas as aeronaves mais comuns: asa rotativa, com ênfase no multirotor que oferece uma grande flexibilidade de configurações, custos muito acessíveis e uma operação de proximidade com grande capacidade de carga e a asa fixa que oferece maior autonomia e maior estabilidade, menor relação carga útil/carga total. Serão discutidas oportunidades para fazer diferente e melhor do que os helicópteros bem como algumas restrições e condicionamentos à operação não tripulada.
De seguida, é necessário definir o envelope de operação plausível e prudente de acordo com o meio ambiente que envolve clima, meteorologia, uso do território, regulação, proteção da vida selvagem, etc.

A equipa e a estação de solo são elementos fundamentais à segurança e eficiência da operação. No caso da inspeção com asa rotativa, a equipa de solo está próxima do VANT e por esse motivo, é o ritmo de progressão no trabalho da equipa de terra que determina a eficiência global da inspeção. Já na operação com asa fixa, para lá da linha de vista, a eficiência depende mais da aeronave e das contingência do meio ambiente. O desenho de uma estação de solo móvel e eficiente que permita transportar o VANT entre pontos de aquisição, operá-lo remotamente e transportar a equipa é um elemento crítico de sucesso. A necessidade de integração segura de VANT nos espaços aéreos traz desafios para as autoridades aeronáuticas nacionais [AAN] que definem critérios de segurança e proteção validados por métodos de avaliação de risco em função dos elementos do sistema: aeronave, missão, equipa, meteorologia, território. Conhecidas as áreas principais a cobrir na conceção e implementação da inspeção com VANT, dispõese dos fundamentos para uma análise de performance e eficiência por comparação com os helicópteros (e outros vetores) que sirva de validação para os objetivos para introdução dos VANT.


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