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Avaliação OHL e Avaliação riscos baseadas em dados ambientais e de inspecção

26 Setembro 2012by admin
por J. Gomes-Mota¹, F. Azevedo¹‘², L. Campos Pinto³, N. Machado³, S.A.B. de Almeida de Graaffª; Albatroz Engenharia¹, CENTRIA Universidade Nova de Lisboa², REN – Rede Eléctrica Nacional³ , TenneT TSO B.V.ª
apresentado na Conferência da CIGRÉ Canadá, Montréal, 24-26 Setembro, 2012, cigre-canada.org ,cigre.ca.

Resumo

Em anos recentes, os operadores eléctricos têm-se debatido com dificuladades para estender novas linhas aéreas que respondam às necessidades crescentes de capacidade de transmissão e de qualidade de serviço. Ao mesmo tempo, as directrizes de gestão incidem com mais força na redução de custos e na optimização do uso dos recursos e activos disponíveis ao longo de todo o seu tempo de vida útil. Foi neste contexto de redução de custos, aumento de eficiência e produtividade conjugados com as preocupações ambientais actuais que a REN – Rede Eléctrica Nacional, SA, Operador do Sistema de Transmissão [TSO] começou a usar a tecnologia LiDAR nas suas inspecções desde 2007. Os modelos tridimensionais produzidos pelo Power Line Maintenance System são processados automaticamente e combinados com inspecções visuais e sistemas de informação geográfica. A rede eléctrica nacional ficou então completamente caracterizada vão a vão, incluíndo índices de urbanização e de ritmos crescimento das árvores.

A colecção de dados passados combinada com o conhecimento das características dos activos e das condições de operação do sistema (despacho), foram representadas numa estrutura integrada numa base de dados relacional generalizada. A recolha de dados e sua organizção tornam-se cruciais para obter melhores resultados e representam um avanço significativo para o TSO. Por exemplo, algumas ferramentas de processamento numérico e métodos estatísticos intensivos permitem inferir informação valiosa, tais como causas de falhas comuns e probabilidade de falhas em diferentes condições de operação. O tempo de vida dos activos pode ser estimado com maior precisão. Adicionalmente, este modelo está a ser ampliado com um amplo conjunto de séries temporais de dados de factores ambientais, geográficos e meteorológicos.

Dispondo de um tal sistema, pode-se calcular índices de risco mais precisos baseados na probabilidade de falha para cada vão e agregá-la para linha completas. A criticalidade de cada linha é uma variável dependente do índice de risco e da topologia da rede. Ter este informação calculada de forma fiável permite desenvolver um leque de ferramentas de optimização para reduzir os custos de operação e melhorar a qualidade de serviço através do uso adequado de recursos, tais como políticas inteligentes de manutenção e planeamento de inspecções. Igualmente importante é a capacidade de mais rigorosamente estimar o tempo de vida restante dos activos de forma a explorá-los completamente e com menor risoc e planear a manutenção e investimentos futuros, reduzindo a incerteza.

Uma metodologia para avaliar o risco operacional para curtos períodos imediatemente após o instante actual foi desenvolvida pela REN, tomando em consideração a natureza probabilística das contignências e a sua severidade conforme as condições de operação em cada instante. Esta nova metodologia visa equipar os operadors do despacho com índices de segurança baessados em risco operacional para o período seguinte (como 1 hora à frente). Os índices de risco oferecem aos operadores do despacho uma capacidade de avaliação do estado da rede e das limitações em cada situação.

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